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QUE FAZER COM A MAIORIA DE ESQUERDA NO PARLAMENTO?

A péssima notícia não se confirmou, as más, sim. A direita não conseguiu a maioria absoluta no parlamento, mas foi a força mais votada e formará – tudo o indicia -novo governo; PS, BE e CDU continuam a não ser capazes de se entenderem com base no que os une -  e é bastante! – deixando pois que a direita governe. E fracassam os que tentam romper com esta situação instalada: a de cada grupo de esquerda olhar para o seu umbigo sem procurar fazer pontes com as outras esquerdas.

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EXTREMA-DIREITA A AVANÇAR

Os excelentes (para a FN) resultados obtidos pelo partido francês de extrema direita (a FN de Marinne Le Pen) nas eleições regionais francesas de ontem (6 de dezembro), associados ao cariz xenófobo e profundamente reacionário triunfante nos governos de boa parte dos países do leste europeu – com particular destaque para a Hungria e para a Polónia – e ao crescimento eleitoral de partidos como o UKIP (Grã-Bretanha) não podem deixar de nos inquietar.

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Iniciativa sobre organização dos horários esta quinta-feira em Agualva-Mira Sintra

A FENPROF e o SPGL promovem na próxima quinta-feira, dia 18 de fevereiro, pelas 10 horas, na Escola Básica Dr. António Torrado (Rua Manuel Francisco Cordeiro Foito – Agualva; Agrupamento de Escolas Agualva Mira - Sintra), uma iniciativa sob o lema: “Organização dos horários (sua inadaptação aos objetivos do setor e disparidade de critérios)".

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E se parássemos para pensar?

A propósito da querela em torno do financiamento público de colégios privados – os chamados contratos de associação – escreve Teresa Sousa no Público de 29 de maio:

“(…)O ruído foi deixando o essencial de fora. Basta estar atento aos cartazes que aparecem nas manifestações para perceber que há nisto tudo uma enorme confusão. “Pago impostos, tenho direito a escolher a escola dos meus filhos”, resume perfeitamente a confusão instalada no debate. Não. Não tem esse direito.(...)

António Avelãs

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A justiça que não queremos ter

Vários são os órgãos de comunicação social que referem o (inqualificável) acórdão de um juiz desembargador  (e de uma  juíza) “naturalizando” a agressão (e bem violenta que esta foi, mas a intensidade aqui não interessa) de um marido e de um ex-amante a uma mulher acusada de ter mantido relações extraconjugais (também chamado “adultério…). Ler mais

António Avelãs

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Vinte e Oito horas!

O maior sindicato alemão, o IG Metal, defende e propõe 28 horas de trabalho semanal, distribuídos ao longo de 4 dias e sem redução salarial.

Paradoxalmente, enquanto por cá, os alemães da Volkswagen, a que chamamos Autoeuropa, tentam impor o alargamento da semana de trabalho, na Alemanha, o IG Metal, da indústria metalúrgica e de engenharia, com quase 4 milhões de associados, luta por condições de trabalho que conduzam a um maior equilíbrio na vida dos trabalhadores e das suas famílias. Ler mais

Ricardo Furtado

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Google, Amazon, BE e Código Laboral

Ou, como os despedimentos colectivos, as imposições unilaterais de regimes laborais, as insolvências com fins pouco nobres ou as Lei-Off fictícias podem, esses sim, desviar as atenções dos potenciais interessados em investir em Portugal.

Os gigantes mundiais das tecnologias, e outros grandes investidores, não estarão com certeza focados nas facilidades em despedir trabalhadores, na precariedade dos contratos de trabalho ou nos quinhentos e poucos euros de salário mínimo que se pratica no nosso País, quando decidem instalar-se entre nós.

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Ricardo Furtado

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O falhanço da luta contra a pobreza na UE

Em bom rigor, esta notícia não é de hoje, mas de ontem (domingo); aliás, não é uma notícia, mas uma entrevista no Público (pag. 10-11) a Sérgio Alves, que em 2012 assumiu a liderança da Rede Europeia Antipobreza. O título é brutal e claro: “a pobreza e a desigualdade vão fazer explodir os paióis”. Porque, afirma ele, “Este tipo de crescimento não produz riqueza, produz ricos”. (...) Perca uns minutos de televisão e leia esta entrevista! Ler mais

António Avelãs